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A unanimidade da Anti Tour

De Melbourne para Sydney, pouquíssima coisa mudou na Anti Tour. Kylie continua usando short e camiseta branca, a setlist é a mesma, os cenários mirabolantes continuam ausentes e os dançarinos não são convocados.

Esse sempre foi o propósito da Anti Tour que, mais importante ainda, muda de cidade e continua a receber inúmeros elogios. Vários veículos celebraram a apresentação da cantora em Sydney, na última terça-feira (20) – que, há menos de um mês, já havia recebido Kylie no Mardi Gras.

A mais animada foi Kathy McCabe, do The Telegraph. Para ela, “Kylie abandonou sua tiara de princesa pop para abraçar sua alma de deusa do rock”.

McCabe, assim como vários outros especialistas presentes no Big Top do Luna Park, exaltou a simplicidade da Anti Tour e, principalmente, a forma como Kylie conduz o show sem nunca perder o ritmo, provando que todos os adereços que lhe são tão comuns estão longe de fazer falta.

Ela ainda escreve: “Talvez a vibração da Anti Tour possa continuar em seu próximo álbum para que tenhamos mais da rock Kylie”

George Palathingal elogiou a apresentação fazendo um trocadilho: “É verdade o que eles dizem? É melhor a diva que você conhece?”, em referência a Better The Devil You Know.

Em seu texto para o The Sydney Herald, ele diz que Kylie e a sua simples banda interpretaram tudo com muito gosto e charme, o que foi suficiente para conquistar a plateia.

Para ele, muitos podem preferir a Kylie mais completa (aquela que aposta também no espetáculo visual, como na turnê “Aphrodite: Les Folies”), mas a apresentação da Anti Tour é genuínamente especial – principalmente quando a cantora se torna mais interativa, a exemplo do momento em que dança ao som de “Always Find the Time”.

Mike Wass, do Idolator, diz que a Anti Tour é uma experiência completamente diferente do que Sydney viu no Mardi Gras.

Segundo Wass, a performance da última terça-feira foi:

Uma inesquecível surpresa para os fãs e um lembrete de que Kylie ainda permanece como uma das mais versáteis cantoras do ramo da música.

Wass aponta a conclusão como um dos grandes momentos do show: “Ela finalizou com duas canções do álbum ”Enjoy Yourself”. “Tears on My Pillow” foi dedicada ao seu pai enquanto a faixa-título do cd despertou lembranças de todos os fãs que permaneceram fiés à cantora desde os anos 80″.

Entre a energia de “I’m Over Dreaming (Over You)” e “Always Find The Time”, o NineMSN faz coro à unanimidade ao dizer que Kylie entrega uma apresentação tão prazerosa e entusiasmante quanto qualquer outra de suas turnês.

Segundo o site, a Anti Tour é um passeio pelos 43 anos da cantora, onde todas as décadas são lembradas – incluindo a sua batalha contra o câncer, que é citada quando Kylie dedica “Stars” a todos que lhe apoiaram tanto nessa fase.

Ou seja, com uma banda de quatro músicas e três backing vocals, Kylie, na Anti Tour, abandona todos adereços para fazer algo inteiramente baseado em sua voz. É uma prova de que, mesmo sem hits, figurinos e cenários elaborados, ainda consegue manter e entusiasmar seu público.

E, convenhamos, quantas outras cantoras, do passado ou do presente, conseguem fazer o mesmo?

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Tags: Anti-Tour Austrália K25 Reviews Publicado por Matheus Pannebecker em 22 de março de 2012 às 01:32

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