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* Elle do Brasil traz entrevista de Kylie *

A
edição brasileira da revista elle traz este mês
uma bela entrevista com kylie, a mesma que foi destaque na edição
britânica da revista em dezembro.

O título da entrevista é Furacão Kylie e
fala de sua bem sucedida carreira musical e dos difícies momentos que a
estrela passou devido a doença.

Confira a seguir alguns trechos da entrevista:

Ela está mais bonita do que quando tinha 18 anos e era atriz de novela.
O corpo continua escultural, tanto que desbancou o de Jennifer Lopes e levou o
primeiro lugar numa eleição da revista inglesa Celebrity Bodies.
Do alto de seu 1,53 m, Kylie Minogue não parece perceber
seu encanto. Dá autógrafos e sorri para os fãs sem nenhuma
afetação.

Para comemorar o sucesso do tratamento contra o câncer, começou em
novembro passado a turnê do show The Showgirl Homecoming.
Com figurinos assinados por Karl Lagerfeld, John Galliano e Dolce & Gabbana,
a bela fez 30 apresentações entre a Austrália e a Inglaterra
– com todos os ingressos esgotados dias antes da estréia. O CD duplo, gravado
ao vivo, desembarca no Brasil este mês e traz uma coletânea dos maiores
sucessos da sex symbol, como Locomotion e I Should Be So Lucky. Para completar,
lançou um livro infantil, The Showgirl Princess, escrito
no período de convalescência, e seu próprio perfume, Darling.

"Com 8 anos, eu me trancava no quarto com os meus amigos, punha um disco
do Abba para tocar e fazia a dublagem usando cabos de vassoura como microfones",
revela. Não deu outra. No fim dos anos 1980, ela levantava as pistas de
dança mais fervidas do mundo com seu ritmo contagiante. Amiga de fotógrafos
de peso, como Bert Stern, conhecido pelas fotos que fez de Marilyn Monroe, e Stephane
Sednaoui, logo caiu no gosto dos estilistas graças à versatilidade
diante das câmeras e à disposição para ousar. Jean
Paul Gaultier é seu fã, e John Galliano a definiu como um mix de
Lolita com Barbarella.

"Sou
uma drag queen bem baixinha em corpo de mulher", disse, brincando, ao ser
eleita a musa dos gays. Títulos de beleza, discos de ouro, tudo era festa
até que descobriu, durante a turnê de Showgirl: the Greatest Hits,
em Melbourne, que estava com câncer.

"Quando eu estava na maca, pronta para ser operada, comecei a olhar em volta
e entendi por que a sala de operação é chamada de teatro.
A medicina é tão diferente da minha profissão, mas ao mesmo
tempo tão semelhante. Luzes, máscaras, adrenalina. Tudo me pareceu
tão familiar! E lá estava eu, sob os holofotes", comenta, com
gestos teatrais.

E pensar que três anos antes um sutiã de Kylie Minogue
foi vendido por US$ 6 880 em um leilão em Londres, e o dinheiro, destinado
à campanha contra o câncer de mama. "Me lembro de ter visto
uma estatística sobre o assunto e pensado: nossa, você tem que ter
muita sorte para não passar por isso". Infelizmente, não foi
o caso dela. Mesmo tendo descoberto a doença bem no começo, Kylie
fez quimioterapia. Enfrentou enjôos, ficou careca. Olli, como ela chama
Olivier, cancelou todos os seus compromissos para se dedicar a ela em tempo integral.
E foi o motivo pelo qual a cantora resolveu realizar o tratamento em Paris. Lá
teria mais privacidade, carinho de sobra e, como ela mesma faz questão
de dizer, "o melhor café do mundo". "Quando você só
pode tomar uma única xícara por dia, é melhor que seja um
café muito bom"!, diz, sorridente. "Foi uma fase realmente horrível.
Mesmo assim, eu ri de muita coisa e isso me ajudou".

î
Não deixem de comprar a revista Elle edição
de janeiro de 2007 para conferir a entrevista na íntegra. A revista está
à venda nas bancas de todo o país!

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Tags: Sem categoria Publicado por Erison em 11 de janeiro de 2007 às 17:22

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