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Kylie concede entrevista para o Terra no Rio de Janeiro

O redator e fã Victor Calazans, a convite da Imovision e do Sundaytv Brasil, foi até o Festival do Rio, no Armazém da Utopia, para uma entrevista exclusiva com a Kylie para o portal Terra.

Durante os 10 minutos a sós com a cantora, ele pôde fazer perguntas sobre qualquer assunto. Simpática, Kylie comentou sobre os filmes em que atuou ao longo de sua carreira. A australiana também falou sobre a música que gravou para a trilha sonora de Jack & Diane, filme em que também atua, e que será apresentado ao público durante o Festival. Confira a entrevista:

Como foi para você compor um personagem no meio de seu aniversário de 25 anos na indústria fonográfica?
Na verdade, eu filmei no ano passado, em 2011. Então, foi antes da explosão K25. Eu estava assustada, para ser honesta. Nervosa em filmar esse papel. Quando eu soube mais sobre Leos (Carax, diretor), o quanto as pessoas o admiravam, eu pensei: “é melhor você fazer um bom trabalho”. Então, eu não estava pensando em música naquele momento. Eu não estava no meio de uma turnê mundial, por exemplo. Então, tive esse espaço. Já este ano, eu tive momentos maravilhosos. Parte desse ano, foi de olhar para trás, me permitiu ter essa experiência especial.

De Street Fighter para Holy Motors, o que mudou no seu lado atriz?
Acho que foi a minha decisão. Acho que essa é outra razão por esse ter sido tão fantástico. Ao longo da minha carreira e da minha vida, existem momentos que eu tenho mais orgulho do que de outros, mas tudo acaba sendo uma experiência de vida. É muito reconfortante olhar para trás e poder dizer que eu fiz bem, o que eu não fiz, o que eu gostaria de fazer novamente e o que eu nunca faria de novo.

Você costuma cantar nos filmes em que atua, como em Moulin Rouge?
Eu não ligo se estou cantando ou não. Eu cantei em Holy Motors e me exigiu um entrega diferente. Desta vez não foi uma grande perfomance, tinha o fato de cantar e ter essa relação dolorosa entre dois personagens e eles não conseguem encontrar palavras para expressar isso. E esta é a razão pela qual eu canto.

Você já imaginou alguma de suas canções como trilha sonora de um filme?
Sim! Seria legal fazer a música de James Bond. Eu fiz uma performance em Londres, duas semanas atrás. Foi uma versão mais acústica das minhas músicas e muitas pessoas disseram que algumas deveriam ser um tema de James Bond. Seria uma coisa legal de ter no currículo.

O que você gostaria de viver no cinema: uma bondgirl, um personagem de musical ou de drama?
Acho que um musical. Eu sempre digo que eu nasci na época errada. Devia ter nascido nos anos 40, 50 ou 60, em que vocês precisava fazer drama, comédia, cantar e dançar nos musicais. Fazer tudo.

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Tags: Brasil Entrevistas Festival do Rio Publicado por Leonardo Camargo em 5 de outubro de 2012 às 12:41

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