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O “X” de Kylie Deixa Sua Marca

Leiam a seguir um review publicado pelo jornal australiano herald sun
sobre o novo álbum de Kylie – "X":





Madonna já divulgou segredos em disco. Mas olhando de
perto, seu álbum "Confessions On A Dance Floor" revelou apenas
várias canções pegando carona em batidas cansadas que não
trouxeram nada de novo. Diferente disto, o novo álbum de Kylie Minogue,
"X", é uma confissão na pista de dança com conteúdo.

"X" é um trabalho de celebração, cheio de esperança
e felicidade, no qual uma rainha retorna reconhecendo sua difícil vitória
sobre as dificuldades. Certamente o triunfo de Kylie sobre o
Câncer de Mama é contado em "X", mostrando seus reflexos
e revelações.

"Eu queria o direito de não me comportar… fazer coisas que deixei
de lado por anos…", Kylie canta em "Cosmic",
parte balada, parte falando de problemas. "Quero falar sem interrupção.
Quero dizer palavras exóticas. Quero saber que eu fui importante. Não
tive como escolher a cama na qual deitei", ela afirma ao som de violinos.
"Até o riso tomar o lugar das lágrimas, foi como se eu estivesse
dormindo, mas agora estou aqui. Agora estou aqui".

Kylie escreveu "Cosmic" em Melbourne, depois de um
longo período de quimioterapia.

Outra canção, uma suave brisa de verão chamada "No More
Rain", mostra uma Kylie corajosa, sonhando com sua volta
aos palcos. "Você já pensou que o céu era para parecer
escuro, e quando você olha para cima vê um milhão de estrelas?",
ela canta. "Você já teve medo da água que é escura
na borda, e ao mergulhar, o quão rápido você esquece?"

Mesmo em seus dias mais sombrios, Kylie ansiava por se apresentar
a seus fãs. "Tive uma onda de amor sobre mim, uma luz brilhante, agora
estou de joelhos. Tenho som de sinos nos meus ouvidos. Tive uma segunda chance,
vou fazê-lo de novo. Tenho as cores do arco-íris depois da chuva".

Este ensolarado otimismo é a batida do coração de "X".

Como colaboradores do álbum, temos Calvin Harris, Biff Stannard, Cutfather
and Joe, Bloodshy and Avant, Freemasons, Cathy Dennis, Guy Chambers e Karen Poole.

Eles levaram Kylie aos limites de qualidade nos campos do "electro",
"soul", "house", "pop de qualidade" e "robot
rock". Sua confissão na pista de dança é sobre recusa,
positividade, espontaneidade, amor, luz e sensualidade.

Claramente, as batidas dizem que Kylie está afim de dançar,
mas, sobretudo, a antiga "Impossible Princess" vive agora cada momento.

:: Primeiro olhar sobre o "X" de Kylie,
faixa-a-faixa ::





2 Hearts: Primeiro single, com jeito de cantar à moda
antiga. Kylie canta preguiçosamente deixando a batida levá-la.

Like A Drug: "Electro" com "acid squelches".
A droga de Kylie é a pista de dança.

In My Arms: Ponto alto de Calvin Harris. Pop inteligente, com
teclados retrô.

Speakerphone: "Rock-robô" para a geração
digital. Kylie com muitos efeitos e um trabalho de produção futurista.

Sensitized: Com ritmo devagar e complexo colorido por "sample"
de Serge Gainsbourg com toque rock.

Heart Beat Rock: Outra ótima faixa de Calvin Harris. Batidas
como do grupo dos anos 80 "Kraftwerk", irresistível!

The One: "Europop" clássico, com insinuações
de código morse, glamour "disco" de globo de espelhos e um toque
da clássica "showgirl".

No More Rain: Som diferente para uma das melhores letras do álbum.
A produção, novamente futurista, é uma visão do amanhã.

All I See: Qualidade urbana unida a um toque "Stargate".
Batida mínima com resultado máximo.

Stars: Batida tipo "Human League" e "samples".
Na letra, Kylie procura por respostas.

Wow: O piano homenageia "Holiday" de Madonna. Camadas
de vocais amplificam o refrão.

Nu-di-ty: Batidas no melhor estilo "Neptunes". Kylie
fica maliciosa.

Cosmic: Outra grande balada, com baixo de "Jazz".

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Tags: Sem categoria Publicado por Staff KYLIE.com.br em 13 de novembro de 2007 às 13:58

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